O diagnóstico é clínico e deve ser feito por um dermatologista que é o especialista mais capacitado não só para escolher o tratamento adequado como para conhecer os diagnósticos diferenciais com os quais esta entidade se pode confundir. Apesar de ser uma doença crónica, existem atualmente vários tratamentos que permitem controlar os sintomas e melhorar significativamente o aspeto da pele. Estes podem incluir produtos de aplicação tópica, terapêutica oral e em alguns casos tratamentos com laser ou outras tecnologias para reduzir os vasos sanguíneos visíveis.
É importante lembrar que a rosácea não é contagiosa e não está relacionada com falta de higiene. No entanto, pode ter impacto na autoestima e na qualidade de vida, pelo que o diagnóstico e acompanhamento adequados são essenciais. Perante uma vermelhidão persistente no rosto ou sintomas que se repetem ao longo do tempo, é aconselhável procurar avaliação dermatológica. Com orientação médica e alguns cuidados no dia a dia, a maioria das pessoas consegue controlar bem a doença e manter a pele estável.